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ESTE BLOG APRESENTA TODA NOSSA EXPERIÊNCIA VIVIDA NO PROGRAMA GESTAR II DE LÍNGUA PORTUGUESA.

A área da educação tem compreendido e valorizado as atividades baseadas em projetos como um recurso indispensável para a promoção de mudanças e melhorias nas organizações, viabilizando resultados que ultrapassam as possibilidades das atividades de rotina. Nossos projetos educacionais estão sendo executados com bastante êxito.

O Desfile do 7 de setembro comprovou nossa iniciativa




Portfólio


O GESTAR II – Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – é um programa de formação, na modalidade semipresencial, destinado aos professores da5ª à 8ª série (6o ao 9o ano) do Ensino Fundamental, em Língua Portuguesa e Matemática.

OBJETIVOS
. Colaborar para a melhoria do processo ensinoaprendizagem dos alunos nas áreas temáticas de Língua Portuguesa e Matemática.
. Contribuir para o aperfeiçoamento da autonomia do professor na sua prática pedagógica.
. Permitir ao professor o desenvolvimento de um trabalho baseado em habilidades e competências.

 "No processo de aprendizagem, só aprende 
verdadeiramente  aquele que se apropria do aprendido, 
com o que pode, por isso mesmo, re-inventá-lo; 
aquele que é capaz de aplicar o aprendido - apreendido 
a situações existenciais concretas" (Paulo Freire)


31/10/2009
07/11/2009


Sessão Presencial Coletiva
TP6 – Leitura e Processos de Escrita II


    Este tema deu continuidade a TP4 que tratou sobre leitura, escrita e cultura e seguindo, com a discussão sobre processos de leitura e finalizando tratou da relação de crenças e os afazeres na produção textual. Este caderno foi de total importância. Refletimos e produzimos atividades para desenvolvimento e aplicabilidade aos processos e etapas no ensino aprendizado da leitura e da escrita, sem perder de vista a cultura local e utilizando os gêneros de forma diversificada.

    Na unidade 21 do TP6, enfatizamos que a argumentação na linguagem dos textos estudados  tem como finalidade especifica convencer e persuadir o interlocutor a respeito de alguma idéia ou comportamento.

    Com o tema transversal, corpo e saúde, a argumentatividade tornou-se explicita para convencer com finalidade e objetivo.

    Agimos pela linguagem, portanto, distinguimo-nos das outras espécies, por isso uso que estabelece uma interação com o outro, é, que nos torna capazes de nos constituir humanos pelo exercício dessa faculdade, a linguagem.

   As atividades da primeira, segunda e terceira seções, explicitam os significados, os objetivos, a idéia principal como marcas argumentativas que devem ser o objetivadas na organização dos textos. 

   Essa busca de convencer o leitor nos levou a compreender que no texto há uma idéia principal e essa idéia chamamos a tese do texto argumentativo, cujo objetivo é o convencimento do leitor/ouvinte, por meio dos argumentos utilizados para sustentar essa tese e, consequentemente, convencer o leitor.

   Os diferentes tipo de argumentação foram assinalados pelos textos visuais e lingüísticos o que nos fez convencer de que na sala de aula temos motivos de sobra, para exercitar a argumentação que poderá ser feita por meio de debates, defesas de pontos de vista, explorando sempre as situações reais em sala de aula. Fizemos esse exercício no encontro, em que cada grupo difendia suas idéias – um tipo de “júri simulado”.

    Os professores cursistas ficaram conhecendo os efeitos da argumentação no comportamento dos interlocutores. E que uma boa argumentação depende da clareza do objetivo (da tese a comprovar); e depois, da solidariedade entre os argumentos: todos devem conduzir aos mesmos objetivos:
O “avançado na prática” da página 54, foi escolhido para a socialização dos resultados no próximo encontro.

    Fizemos essa prévia explicitação dessa unidade como ajuda ao entendimento do professor e como introdução a unidade 22.

    Unidade 22 – Produção textual: planejamento e escrita. Nesta unidade fizemos o estudo das seções por meio das leituras, resoluções das atividades dos conceitos teóricos pertinentes a cada conteúdo e objetivos propostos.

    Trabalhamos as atividades com ênfase nas estratégias a serem trabalhadas no planejamento da escrita de textos em sala de aula.

    Nessa perspectiva do planejamento, concordamos que o professor é o ator essencial paa desenvolver o ensino, na construção do conhecimento para que este adquira uma nova perspectiva desse processo. Que seja uma prática reflexiva, dialogada, em que o professor contribua para o aprendizado do seu aluno, com práticas do cotidiano, expandindo seu conhecimento como usuário da língua.

    Prendemos a atenção do professor para aquisição dos conceitos, mas, sobretudo, para elaboração do planejamento no ensino da produção da escrita na sala de aula.

   Esse prática foi evidenciadas nas atividades que desenvolvemos sobre a escrita, por meio de planejamento da leitura e compreensão do texto e planejamento de atividade de escrita, a produção de texto, para atuação em sala de aula. Nessa prática de produção de texto, focalizamos a construção da coerência e coesão textual, de acordo com o que foi trabalhado em sala de aula, precisa ser prática permanente.

   Nas atividades de produção da escrita, reconhecemos o papel do professor como o mediador do aprendizado. Seu objetivo é proporcionar momentos de trocas de experiências nas situações de planejamento, juntamente com os alunos e que estes aprendam a incorporar os objetivos comunicativos no processo de seu texto escrito em situações diversas.

   O “avançando na prática” da página 98 do caderno ficou escolhido para ser trabalhado em sala de aula e socializado no próximo encontro. Outros “avançando na prática” fiaram a critério do professor.

    No “resumindo” desta unidade, ficou claro e bem evidenciado que não se pode produzir texto, sem antes, o professor planejar sua aula. Todo o relato do “resumindo” conduziu o professor ao processo de produção, revisão e avaliação da produção. Sempre como um processo de desenvolvimento, um desafio a cada nova situação comunicativa. O desafio de se aprender, de um texto coeso e coerente de acordo com as condições de produção.


    O AAA6 contribui com nosso trabalho, disponibilizado, na transposição didática, desenvolver no aluno as habilidades de escrita, revisão e edição nos contextos da produção textual.










    Deste modo, vimos acontecer o Gestar II nas escolas de José de Freitas. Num trabalho conjunto em que houve o empenho do formador, dos professores, dos alunos, dos diretores e coordenadores no comprometimento com os resultados finais(positivos). O aprendizado do Português significativo na sala de aula, este foi o nosso maior e melhor propósito.
    A SEMEC deu total apoio ao programa.

    Nos próximos quatro encontros até 22 de dezembro concluiremos os TPs 1 e 2. Após faremos o nosso encontro de encerramento.

Cronograma de realização das oficinas

Planejamento de Ensino (mensal)

    É um planejamento participativo envolvendo todos os professores em reunião realizada conforme o calendário da rede. Na oportunidade discute-se as questões relativas ao ensino e à aprendizagem, tais como dificuldades encontradas, resultados das avaliações, competência comunicativa dos alunos e demais problemas. A partir dessas reflexões, é feito o planejamento de Ensino, conforme a seguinte exposição:

O pedagógicos em nossas escolas.

     Em cada planejamento de ensino, realizado mensalmente, é feita a seleção dos gêneros textuais a serem trabalhados na sala de aula. Nesta unidade disponibilizamos material em xerox, para toda rede urbana e rural, os seguintes gêneros textuais: Biografia, Receita Culinária, Anúncio publicitário, Propaganda, Verbete de dicionário, Diário, e a Fábula para que os alunos possam identificar gêneros textuais diferentes que ocorrem em situação diferentes. O caderno de apoio à aprendizagem - AAA -3 do professor e do aluno, tem sido um suporte para a continuidade do estudo das sessões presenciais sendo aplicado em sala de aula.


Perfil Profissional

Segue abaixo um breve perfil de Francisca Soares de Moura...

Curso Pedagógico concluído em 1972
Curso Superior: Licenciatura Plena em Língua Portuguesa concluído em 1990
Pós – Graduação em Lingüística ( Língua Portuguesa em 1996.
Docência do Ensino Superior em 1998
Psicopedagogia Clinica e Institucional em 2008.
Atuação no magistério: desde junho de 1974
Lecionei em escolas publicas e particular com maior atuação na Escola Publica, no Ensino Fundamental e Ensino Médio.

       Comecei a trabalhar no magistério logo que conclui o Ensino Pedagógico, após ter sido aprovada no concurso para professores em Teresina(PI), em 1974, para lecionar de 1ª a 4ª serie do Ensino Fundamental. Sempre gostei de aprender e ensinar, por isso continuo minha trajetória até aqui. Sinto que sou professora por vocação. Atuo no magistério há 35 anos. Hoje inativa da rede estadual, continuo essa jornada na rede municipal. Tenho cinqüenta e oito anos e pretendo trabalhar até aos sessenta, se possível, um pouco mais. Sonho sempre com uma educação de qualidade. Entristece-me saber que só 20% dos estudantes brasileiros saem do ensino médio sabendo ler e escrever. Entretanto, é uma realidade, pois quanto atuava no ensino médio tinha bastante trabalho com a deficiência dos alunos, principalmente os de primeiro ano no tocante à leitura e à escrita. Sinto-me realizada em poder, até hoje, contribuir para o ensino-aprendizagem em Língua Portuguesa, Literatura e Produção Textual. O meu compromisso com o GESTAR é o mesmo, contudo a práxis ainda não acontece de forma bastante satisfatória em nossas salas de aula. Estamos sempre encontrando caminhos e com certeza chegaremos lá.

      As dificuldades que encontrei sendo coordenadora do Ensino Fundamental I fez-me cursar Psicopedagogia para encontrar respostas em relação àquelas crianças com dificuldade de aprendizagem. Foi gratificante. Ainda não atuei na área, mas a apatir das experiências vivenciadas no curso, posso compreender e investigar o processo de aprendizagem e a relação desse processo, considerando as variáveis que nele intervém. Pretendo atuar. Isso é um pouco dessa pessoa  engajada pela educação.

        A teoria educaciona enfatiza que o bom professor (reflexivo) é aquele que domina a disciplina, aprimora seus conhecimentos e ensina todos os alunos sem deixar para trás.
       Neste sentido, um ponto muito importante que Pimenta (2002. 183) argumenta é o de que "quando falamos em professor reflexivo estamos nos referindo a expectativas que são gerandas quanto ao seu desempenho no seu cotidiano da escola, e como elas são responsáveis pelo desenvolvimento de práticas inovadoras, ou manutenção das existentes, que dependem das ações daquele profissional. os papéis que o professor deve desempenhar supõe tanto a reflexão teórica quanto ações individuais coletivas"

      Conheci e participei da formação Continuada do GESTAR I 2006, como coordenadora da Escola Municipal Agripina Portela em José de Freitas- Pi. O programa para s séries iniciais(3ª e 4ª série) do Ensino Fundamental foi um sucesso no aprimoramento da prática pedagógica, e profissional, proporcionando espaços para a melhoria do desempenho pessoal e acadêmico do professor e do aluno. Lembro-me de que no encerramento da formação, perguntei as autoridades se não havia o GESTAR II, porque não sabia, responderam que sim, e fez a reivindicação de que fosse implantando em nosso município, logo depois fiquei sabendo que o programa viria.

       O resultado desse desejo aconteceu em novembro de 2008, quando recebi um convite para atuar no GESTAR II. Não posso medir o tamanho da alegria de saber que os professores e alunos das series finais do Ensino Fundamental teriam a mesma oportunidade de participar de uma formação necessária para a aquisição de conhecimento e o aprimoramento da união da teoria e da pratica no fazer pedagógico em sala de aula.

      Logo em seguida, no dia 10 de novembro de 2008, começou a formação continuada do GESTAR II, em Língua Portuguesa. Em Teresina formadores de muitos municipios encontraram-se e foi dada a largada inicial pelo Prof. Maurício e Fábio da UNB de Brasília. A partir desse momento começamos o programa em toda sua dimensão e estudar o material destinado a formação.

      O segundo momento do encontro em Teresina aconteceu no período de 01 a 05 de junho de 2009, realizando a segunda etapa da formação. Nesse encontro, foi feito um diagnóstico da atuação do programa. Neste período demos continuidade a formação, com as orientações referentes a implementação do programa pelo formador e professores cursistas envolvidos.

Dados Gerais do Gestar no muncípio

Formação Continuada de Profressores dos Anos / Séries Finais do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa (5ª a 8ª série, ou 6º ao 9º ano)


Formadora: Francisca Soares de Moura
Estado : Piauí
Cidade: José de Freitas


Número de Escolas assistidas pelo GESTAR : 19 escolas
Zona Urbana: 06 escolas
Zona Rural : 13 escolas


Número de cursistas no município: 48 professores.
Número de alunos na rede: 2.560
Período de Formação: Março a Dezembro de 2009.

Endereço da Formadora
Rua: do Livramento, 445 - Centro
Telefone: 3264 - 1273 / 9409 0793
E - mail: francisca-moura@hotmail.com


Sessão Presencial Coletiva

24/10/2009


Sessão Presencial Coletiva


    Nesta sessão demos continuidade ao estudo da TP5, agora estudando a Unidade 19 – Coerência textual. Estudar essa unidade impar em sessão presencial, foi por, escolha dos professores cursistas. Como a coerência, esse assunto é pertinente e, por que não dizer, parte da solução para o ensino de produção textual com os nossos alunos em sala de aula. Por exercer certa dificuldade quando a transposição didática, resolvemos trabalhar na sessão presencial onde os grupos interagiram e construíram bastante conhecimentos.

    Trabalhamos na coesão textual, os elementos que ligam as partes do texto para formar um todo, contribuindo para interpretação significativa e coerente de um texto. Como em todas as Unidades as leituras, resoluções das atividades e contextos, teóricos explicitado nos possibilitou nossa construção do conhecimento de como lidar mais adequadamente com algumas das mais importantes relações que se estabelecem na construção de sentido, implícitos na leitura e na produção de texto.

    Examinamos como alguns termos de palavras foram mecanismos textuais, conhecidos como coesão textual. Percebemos como a ligação entre esses termos tornam-se responsável por articular os sentidos em cada parte de um texto ao sentido do todo.

    A resolução das atividades nos fez identificar a variedade de mecanismos de coesão na construção lógica dos textos.

    O estudo contribuiu, de foram positiva para ampliar nosso conhecimento, sobre a coerência e coesão textual e para o planejamento de aula de aula de leitura e produção, ficamos certificados de que, juntamente com a coerência, a coesão é responsável por manter a continuidade significativa do texto.

    Esse mecanismo lingüístico de coesão articula as informações de textos, relacionando sentença com o que veio antes e com o que viera depois, no propósito comunicativo de, conjuntamente, tecer o texto. Pudemos verificar esse mecanismo nas atividades.

    Os gêneros textuais que trabalhamos nas seções dessa unidade foram de importante valia para a compreensão de como acontece o mecanismo do envolvimento das classes gramaticais, advérbios, adjetivos, pronomes, os sintagmas nominais, o substantivo, conjunções nos fenômenos da coesão, condição necessária para que um texto seja um texto.

    Ficou evidenciado, nos estudos e oficinas realizadas, que os recursos lingüísticos de coesão desenvolveram conhecimentos a respeito de como deve ser interpretada a seqüência de idéias em um texto. O exercício dessa prática n estudo dos textos, nas seções e nos conteúdo das seqüências didáticas do AAAs, reiteraram a continuidade desses conhecimentos necessários ao aprendizado da leitura e produção de texto na sala de aula.


    Os “avançando na prática” tem contribuído de forma positiva e significativa para o despertar dessa nova forma de ensinar e aprender.

    O AAA5 – Visa atender à prática em sala de aula para o desenvolvimento do conteúdo em estudo. A diversidade de texto, analisado em sua variedade de gênero oferece aos alunos o acesso e a experiência de leitura e produção de texto orais e escritos em variadas situações comunicativas, desenvolvendo os conteúdos abordados ao desenvolvimento de habilidades a eles relacionadas.

    No planejamento de aulas, o professor é convidado a conhecer as atividades e desenvolve-las na seqüência didática em que aparece o que favorece o desenvolvimento das atividades, tendo em vista a necessidade do aluno.

    Nas visitas as escola estamos sempre comprometidos que a teórica e a pratica acontecem concomitantemente em sala de aula por meio das habilidades, com enfoque nas atividades em que o professor e os alunos devem trabalhar juntos.

    Deste modo, vimos acontecer o GESTAR II nas escolas, um trabalho conjunto de toda rede rural e urbana. Com agradecimentos, avaliamos positivamente o nosso trabalho.

"Eu diria que, bem antes de servir para comunicar, 
a linguagem serve para viver"(Benveniste)


09/10/2009
24/10/2009


Sessão Presencial Coletiva

TP5 – Estilo, Coerência e Coesão

    Neste TP são desenvolvidas unidades cujo temas são: estilistas, coesão, coerência e as relações nos textos.

    Analisamos na unidade 17. Os recursos estilísticos de que a língua portuguesa dispõe através da Estilística um disciplina ligada à Lingüística, não se confunde com a gramática, pois tem como objetivo o estudo do estilo como a maneira de usar a língua para efeito de sentido.

    É uma disciplina voltada para a área da linguagem e, no domínio dessa linguagem o estilo é conceituado de várias maneiras.

    A escolha dos recursos expressivos são capazes de produzir efeitos de sentido motivados pela emoção e afetividade do falante

    Em Garcia (2006-223), discorremos sobre sua posição ao que ele chama de “Feição estilística da frase”. Nessa abordagem o conceito de estilo “é tudo aquilo que individualiza uma obra criada pelo homem como resultado de um esforço mental, de uma elaboração do espírito, traduzindo em idéias, imagens ou formas concretas”.

    A língua portuguesa é riquíssima em expressividade, e esses recursos são numerosos. Pudemos reconhecer alguns desses recursos ligados ao aspecto do conhecer alguns desses recursos ligados ao aspecto do som, palavras, frases e nunciação, por meio das atividades propostas que foram bastante proveitosos.


    A unidade 18 - coerência textual – o tema transversal é meio ambiente. Nas ultimas décadas do século XX, por conta dos maus tratos ao meio ambiente, tem se formado essa consciência ecológica.

    Conduzimos nossa atenção para os modos como os textos, tanto verbais, quanto não verbais “encaixam” seus elementos, objetivando solidariedade entre as partes envolvidas num todo coerente.


    Primeiro exercitamos nosso “olhar” sobre a coerência das imagens, em seguida, para a coerência de um texto lingüístico. A coerência é considerada com a possibilidade de atribuir uma continuidade como sentido a um texto. Em interação verbal envolve conhecimento que vão além do código lingüístico:
O reconhecimento do contexto, incluindo o papel do interlocutor em cada situação envolvendo também o que sabemos sobre o assunto tratado.

    Conforme Hilton e Siqueira(1996. 37), “No texto, a coerência é garantida pela manutenção da mesma referencia temática, em toda sua extensão.

    Todas as partes devem estar vinculadas entre si, isso torna o texto claro e compreensível.” Essa organização é chamada macroestrutural que envolve o saber partilhado, informação nova, justificativa e conclusiva.



    Entendemos que, um texto é um todo dotado de significado, por isso devemos estar atentos para que o nosso texto tenha coerência, e coesão, a fim de que a mensagem seja adequadamente compreendida. E enquanto leitores busquem um fio conduto de harmonia entre as partes a fim de considerar esse todo um texto.

    Esse fio condutor que nos leva à coerência depende também das características e finalidades dos gêneros textuais, que são construções sociocomunicativa.

    Concluindo esse tema, certificado de que é pela coerência textual se faz a diferença entre um mero amontoado de palavras e um texto.

Supervisão na Escola Municipal Mons. Deusdedit Craveiro de Melo(CAIC) no 8º e 9º ano.
Atividade de produção e revisão de textos


 
 

Supervisão na Escola Municipal Francisco Camilo(Rural - Loc.Jacaré) 9º ano.
Atividade de leitura e compreensão textual

 

 



 "A instrução geralmente precede o desenvolvimento" (Vygotsky)


22/08/2009
12/09/2009
26/09/2009


Sessão Presencial Coletiva



TP4 – Unidade 14 – O processo de Leitura
Unidade 16 – Produção textual – Crenças teorias e fazeres.

    Ao ler o conteúdo da unidade 14, pude perceber que o trabalho pedagógico com a leitura nos leva ao mergulho no texto. O planejamento dos objetivos de leitura aliado ao conhecimento prévios do leitor e a explicitação dos procedimentos ou estratégia da leitura enseja o ensino, a desenvolver as competências comunicativa de produção da escrita. Esse processo é o de atribuição de significado ao texto.

    Durante o estudo, discutimos três pontos fundamentais no trabalho com a leitura: o texto e o leitor como criadores de significado(s), a importância da definição dos objetivos de cada leitura e relevância especial dos conhecimentos prévios na produção de significados.

     Assim definimos nosso ponto de chegada.
     A leitura dos textos que nos deu suporte para a resolução das atividades das seções.

     Tais leituras, fez-nos a compreender que a decodificação é um processo inicial da leitura, mas os dados decodificados precisam ser compreendidos, devem criar um significado entre o conhecimento do leitor e a compreensão do texto.

     As condições de atribuição de significado e uma parceria ajustada porque temos uma interação, uma interlocução com o texto, as quais nos atribui um significado. O desenvolvimento de uma habilidade importante para atribuição de significado é a capacidade de fazer inferências. A compreensão de um texto esta condicionada pelo contexto social e cultura do sujeito.

    Com referencia aos objetivos de leitura eles não são únicos. Selecionar o material de leitura é bastante evidente para as seleções de objetivos. Eles é que definem não só a procura do texto a ser lido como também os procedimentos de leitura e compreensão dele, alem do empenho feito no ato de ler.

    Lemos de forma diferente, diferentes textos, valendo-se disso Foucambert distingue que as seguintes formas de leitura a partir dos nossos objetivos: leitura exploratória, leitura seletiva, leitura informativa, leitura do conhecimento global e leitura fruição.

    Concluímos está seção discutindo e compreendo que o nosso desafio é ajudar os alunos a terem necessidade de ler, com objetivos claros como os nossos, buscar com eles as razoes para viver determinadas experiências por meio da leitura.

    E assim, termino o registro dessa seção. Minha expectativa é que as leituras, os enfoques teóricos, as práticas de planejamento, a compreensão da leitura como praticas significativas possam ser ensinadas e vivenciadas em sala de aula.

    Perrenoud expõe que “ensinar é também estimular o desejo de sabe. Só se pode desejar saber ler, calcular de cabeça, falar alemão ou compreender o ciclo da água, quando se concebem esses conhecimentos e seus usos”. Tudo isso é uma forma importante de interação com o mundo.

    Na nossa reflexão e discussão sobre o “ampliando nossas referências”, concordamos que a autora considera que podemos atuar no sentido de oferecer ao professor melhores condições profissionais, de conhecimento para que ele saiba atuar com mais competência para o desenvolvimento de leitores. O AAA4 que desenvolve a prática, no apoio as atividades em seqüência didática é um suporte no desenvolvimento e aprimoramento dessas competências.

Esta unidade (16) 

     Assim como as demais continuamos refletindo sobre as praticas de leitura e escrita no nosso cotidiano e na escola enfatizando crenças, teorias e fazeres.

    A reflexão sobre a comunicação escrita e o trabalho a partir do processo de produção textual é uma forma de sair da passividade. E acreditar que, quanto ao desenvolvimento pessoal da escrita, à medida que o aluno vai experimentando novos usos, a relação entre os modos comunicativo oral e escrito vão se transformando.

    Podemos perceber, que apesar de a leitura e a escrita serem processos relacionados, o aprendizado da escrita depende de uma boa orientação quanto às práticas de leitura dos diferentes gêneros na escola e, sobretudo, da prática da escrita em situação sociocomunicativa diversificadas. No desenvolvimento da escrita aprende-se a escrever escrevendo.


    Evidencia-se que essa relação entre leitura e escrita se desenvolve por meio de práticas letradas eficientes na sala de aula.

    Acerca do dom, se tem certeza de que mesmo aqueles que apresenta facilidade na escrita, tem que trabalhar muito, entendendo os objetivos e sobre o tema tratado.

    Nessa perspectiva, a escrita não é um dom, é algo que se ensina e se aprende.



A escrita compreendida como uma linguagem está relacionada não só a leitura como também as práticas orais. Essa prática e transcrita nos primeiros momentos do seu aprendizado. Pois por trás de um bom texto há um longo processo de trabalho. O primeiro passo é desenvolver atividades envolvendo a comunicação escrita e considerar algumas situações comunicativas para o planejamento e avaliação de atividades de escrita. Antes esclarecendo ao aluno a situação de produção: quem escreve com que intenção, para que ler, e assim definir o gênero adequado para a escrita do texto.


    Termino o registro desses TP4 com a certeza de que os conhecimentos adquiridos e repassados ao professores cursistas sejam úteis na nossa vida profissional. As sessões realizadas foram de grande valia, neste sentido podemos a cada dia melhorar nossos conhecimentos e nossas práticas pedagógicas. Na verdade percebo dificuldades, mas procuro supera-las, buscando formar uma base sólida de conhecimento com muito estudo e força de vontade.

Escola Municipal Agripina Portela (Urbana)

 "A direção na qual a educação coloca um homem 
determina a sua vida futura" (Platão)

11/07/2009
25/07/2009



Sessão Presncial Coletiva
Unidade 13



TP4 – Leitura e Processos de Leitura


Continuamos refletindo para construção do conhecimento e de novas praticas de ensino.
O TP4 em estudo trata dos processos de leitura e escrita, iniciando com o texto sobre leitura, escrita e cultura e seguindo, nas unidades 14 e 15, com a discussão sobre processos de leitura. Para finalizar o caderno, discutimos a unidade 16 que relaciona as crenças e os fazeres na produção textual.

A unidade 13 trabalha as concepções de letramento que considera tanto a escrita como a leitura como pratias sociais é a base para todo ensino a partir de textos, desse conceito, decorre a importância da discussão inicial do tema em estreita relação com a cultura.

Nessa unidade, cujo tema desenvolvido é diversidade cultura: cultura, identidade e conflito, estudamos a relação entre a cultura e os usos sociais e funções da escrita nos contextos em que vivemos e sua importância para o ensino.

A partir dessa relação, o conceito de letramento amplia o seu significado, passando a ser utilizado para indicar as funções e usos sociais da leitura e da escrita. Podemos compreender que as práticas e as funções e os usos da leitura e escrita, em diferentes culturas, estão interligadas. E é na escola que se desenvolvem as práticas e os usos que se faz da escrita na sociedade.

A escrita transforma a forma de nos comunicarmos, de acordo com a situação sociocomunicativa. Escrever é uma atividade importante porque exerce diferentes funções comunicativas e finalidades e a prática da escrita deve preparar os alunos para se comunicarem adequadamente nas diferentes funções que venha a ocupar, na continuidade do cotidiano. Cabe à escola ensinar cada aluno a observar o mundo que o rodeia, a desenvover sua capacidade criativa, sua voz de autor, seu estilo, é o que nos reporta os conceitos teóricos dessa unidade.

De acordo com Almeida(19997.16), “muitas vezes, a escola esquece que educação é um problema social, e encara-lo como problema pedagógico. Sem o menor respeito, pelas condições de vida de seus freqüentadores...
Assim vimos muitos professores de português tragicamente ensinando conteúdos gramaticais. Essas crianças passarão alguns anos na escola, mas nunca serão o sujeito da suas próprias historias”.

Muitas vezes, nos tornamos preocupados nos perguntando se é ensino ou alienação. Essa situação, ainda, acontece por conta de concepções tradicionais da pratica pedagógica do professor. Conceber a pratica pelo conteúdo é o caminho que se chegará a uma aprendizagem significativa, moldada consciência de mundo e nos conhecimentos prévios que o aprendiz já traz por mieo de sua cultura.
Esta questão se evidencia a partir do momento em que as atividades de escrita tomam rumo diferente enquanto metodologia. A preparação leitura-escrita de forma eficiente depende dos desenvolvimento dessa atividades que nos levam a refletir sobre as deferentes situações sociocomunicativa dos gêneros e as técnicas de leitura e escrita.

Oficina .............................

Trabalhamos o texto “Circuito Fechado” de Ramos. Nessa oportunidade os cursistas em equipes puderam refletir sobre os usos e as funções da escrita nas praticas do cotidiano, privilegiando um olhar cultura sobre a língua. As apresentações dos resultados foram positivas e motivadoras para sua pratica em sala de aula. O texto “Festas Junina” conclui a concepção do letramento, considerando a função que a cultura exerce na comunidade.

Teorizamos o resumindo concluindo que aprendemos a ler e escreve à medida que nos alfabetizamos ao longo da vida e adquirimos experiências nas diversas situações sociocomunicativa.

Ângela Kleimam, em seu livro texto e leitor, dimensionam com bastante clareza a ação do autor e do leitor mediada pelo texto.
“... O leitor constrói, e não apenas recebe um significado global para o texto; ele procura pista formais, antecipa essas pistas, formula e reformula hipóteses, aceita ou rejeita conclusões... Isso não quer dizer que sempre haja necessidade de explicitação, mas que o implícito possa ser inferido, ou por apelo ao texto ou por apelo a outras formas de conhecimento” Acreditamos ser esse o melhor caminho para preparar atividades de leitura – escrita considerando a cultura local como contexto.

    Ao termino, desses registros, minha expectativa como ponto de chegada é a de que a  mediação da letiura-escrita, pelo professor seja motivo, para transformar os alunos em leitores e produtos conscientes e desinibidos.


Na Leitura, o diálogo do texto é com o leitor. Então, vamos dialogar porque a leitura e a escrita são atividades dialógicas.



O QUE É LETRAMENTO

Escola Municipal Rio Branco - Localidade Ema
Letramento não é um gancho
Em que se pendura cada som enunciado
Não é treinamento repetitivo
De um banalidade,
Nem um martelo
Quebrando blocos de gramática.

Letramento é diversão                                                                                        
É leitura à luz de vela                                                                                      
Ou lá fora, à luz do Sol.

São noticias sobre o presidente,
O tempo, os artistas da TV
E mesmo Mônica e Cebolinha
Nos jornais de Domingo

É uma receita de biscoito,
Uma lista de compras, recados colados na geladeira,
Um bilhete de amor,
Telegrama de parabéns e cartas
De velhos amigos

É viajar para países desconhecidos
Sem deixar sua cama
É rir e chorar
Com personagens, heróis e grandes amigos

É um atlas do mundo,.
Sinais de transito, caças ao tesouro,
Manuais, instruções, guias
E orientações em bulas de remédios
Para que você não fique perdido

Letramento, é sobretudo,
Um mapa do coração do homem
Um mapa de quem você é,
E de tudo que você pode ser

27/06/2009
11/07/2009


Sessão Presencial Coletiva
Unidade 12 – TP3
A inter-relação entre gêneros e tipos textuais

No primeiro momento após acolhimento dos professores, o relato do “Avaliando na prática” toma um lugar privilegiado visto que é o momento d relatar as experiências vivenciadas em sala de aula. É um troca de experiências que conduz o professor para o aprendizado, a motivação, os acertos. Assim, também demonstra sua pratica relacionado o que estudou. Como os professores para execução das propostas, nota-se algum acanhamento em executa-la. Podemos dizer que aos poucos esta situação está sendo superada.

Já sabemos que nos comunicamos por textos. Também sabemos que os textos realizam gêneros diversos, classificados de acordo com as diversas situações sociocomunicativas.
Com esse trabalha com a linguagem, damos continuidade às nossas reflexões sobre tipos e gêneros textuais. Veremos como os tipos que já classificamos como descritivo, narrativo, injuntivo, preditivo, expositivo e argumentativo integram textos de diversos gêneros.

Vamos realizar as atividades propostas refletindo sobre os conceitos teóricos fundamentais desta seção por meio dos seguintes pontos de chegada.

1 Relacionar seqüência tipológica à classificação de gêneros;
2. Analisar seqüências tipológicas em gêneros textuais;
3. Reconhecer a transposição de um formato de gênero textual para outro.

É importante evidenciar que quando trabalhamos com seqüência tipológica sua classificação se dá pela predominância dessa seqüência. Os gêneros textuais definidos pela situação sociocomunicativa fazem uso dessa flexibilidade de tipos no seu plano composicional – a organização lingüística de um texto.

Os gêneros são um bom exemplo, como vimos na resolução das atividades, para mostrar essa “flexibilidade” em que no plano composicional integre seqüência tipológicas de várias naturezas.

É importante reconhecer as seqüências tipológicas que “preenchem” um gênero textual, pois é um dos passos para entender a organização e o funcionamento dos gêneros textuais.

Diante dessa realidade devemos refletir sobre ensinar: O que? Como?. Pensar no ensino de Língua Portuguesa exige do educador o domínio da língua, de seus princípios de aprendizagem, e uma reflexão minuciosa para então organizar a seleção de temas e conteúdos que devem ser ensinado sistematicamente.


A seqüência didática do AAA3 tem dado total contribuição para trabalhar com gêneros textuais, permitindo integrar as praticas sociais da linguagem – leitura, escrita e oralidade, enquanto o TP3, pr meio da leitura dos textos, resolução das atividades, “O Resumindo”, o avançado na prática, as oficinas tem permitido construir conhecimentos gerados de novas transposições didáticas e melhor reflexão da pratica pedagógica.

Por tudo que informamos sobre o TP3, notificamos a necessidade de que deve haver construção do conhecimento da linguagem, de forma cada vez abrangente, pelo professor no labor com o ensino da língua.


Concluímos nossa sessão trabalhando em oficina o texto: Gênero Textual: carta pessoal.
- O texto já foi organizado para a analise das seqüências tipológicas e caracteriza-las.
- Os grupos apresentaram os resultados que foram bastante discutidos e analisados

Trabalho com projetos

01 Escola Municipal Alternativa Humberto de Campos (Urbana)
Tema: Leitores competentes: A chance do sucesso.

02 Escola Municipal Estevam Joaquim de Sousa (Loc. Palmeirinha)
Tema: Despertando uma consciência ecológica

03 Escola Municipal José Amado de Oliveira (Loc. Porteira Velha)
Tema: Prática de Leitura: Ler é... Descoberta, Reflexão, Emoção, Diversão, um Prazer.

04 Escola MunicipalAntonio Florêncio (Loc. Contendas)
Tema: Reforço Escolar em busca de aprendizagem.

05 Escola MunicipalFrancisco Camilo (Loc. Jacaré)
Tema: Olimpíadas na escola

06 Escola Municipal Tia Amélia(Urbana)
Tema: Educação Ambiental: Tudo por um mundo melhor. Preserve o meio ambiente. Plantando uma vida saudável.

07 Escola Municipal Mons. Deusdedit Craveiro de Melo - CAIC (Urbana)
Tema: Superando os desafios sociais.

08 Escola Municipal Américo Celestino(Loc. São Domingos)
Tema: A Família no ambiente escolar: Contribuições à aprendizagem do aluno

09 Escola Municipal Eng. Vicente Batista(Urbana)
TEma: Desafiando a indisciplina.

10 Escola Municipal Filomena Alves (Urbana)
Tema: Leitura: Interpretação e produção: Uma conquista para todos.

11 Escola Municipal Presidente Vargas (loc. Vertente)
Tema: Leitura e Escrita: Aprender para construir.

12 Escola Municipal Francisco Rodrigues do Nascimento(Loc. Mocambo)
Tema: Meio Ambiente: O meio ambiente e a ação do homem.

13 Escola Municipal Miguel Sariava da Silva(Loc. Pedra de Amolar)
Tema: Leitura e Escrita: Interpretação de problemas disciplinares.

14 Escola Municipal Rio Branco (Loc. Ema)
Tema: Leitura e Escrita: Interpretação de problemas disciplinares.

15 Escola Municipal Joaquim Euclides da Rocha (Loc. Graciosa)
Tema: Leitura e Escrita: Interpretação de problemas disciplinares

16 Escola Municipal Agripina Portela(Urbana)
Tema: Projeto GESTAR II e o Baú Mágico de Leitura.

17 Escola Municipal Francisco Mendes(Loc. Olinda)
Tema: Ler é bom, experimente!


 "Mas vale um erro de quem está aprendendo, 
de que um certo de quem está ensinando"(Visga)


16/05/2009
30/05/2009

Sessão Presencial Coletiva
TP3 – Unidade 11
Tipos Textuais


     Conforme já mencionamos, o papel da linguagem é um dos mais relevantes trabalho. O trabalho é o tema transversal, nessa unidade está muito ligado ao que fazemos com a linguagem; à maneira como trabalhamos nosso material lingüístico para comunicar e para agir no mundo, quando tivemos a oportunidade de analisar como se organizam os vários gêneros que nos rodeiam.

     Vamos tratar agora de tipologia textual; uma classificação que tem estreitas relações com os gêneros. De acordo com Marcuchi (2002:27), “Quanto se nomeia certo texto como “narrativo” “descritivo” ou argumentativo, não está nomeando o gênero e sim o predomínio de um tipo de seqüência de base”. Os tipos textuais são definidos por seus traços lingüísticos predominantes: aspectos textuais, sintáticos, tempos verbais e relações lógicas.  Marcuchi (2002:27) apresenta uma classificação para designação teórica dos tipos: narração, argumentação descrição, injunções e exposição.

Definindo nosso objetivo, essa Unidade propõe que seja possível: 




1 - Caracterizar seqüências narrativas e descritivas;
2 – Caracterizar seqüências tipológicas injuntivas e preditivas;
3 – Caracterizar seqüências tipológicas expositivas argumentativas como dois aspectos do tipo dissertativo.

     Nesta unidade trabalhamos todas as seções. Nessa experiência com a linguagem (leitura dos textos) nos mostra que muitas vezes os gêneros são “misturados”, trabalhamos então com o gênero predominante. Por isso em vez de tipos chamaremos seqüências tipológicas s textos que apresentam certo padrão de organização das estruturas lingüísticas a ponto de identificá-lo como um dos tipos de classificação.

     Conforme expõe o ícone “Importante”, destacamos seus conceitos teóricos: o tipo narrativo apóia-se em fatos, personagens, tempo e espaço; há uma relação de anterioridade e posterioridade entre os fatos narrados, esses fatos mantêm entre si uma relação de causa e efeito. O tipo descritivo enumera aspectos físicos e psicológicos em simultaneidade. A descrição constrói “imagem”. O tipo preditivo caracteriza-se por predizer alguma coisa que ainda está por ocorrer por isso predominam os verbos no tempo futuro.

     As seqüências tipológicas injuntivas ou instrucionais tem por objetivo instruir o leitor sobre alguma coisa. Por isso as formas verbais mais freqüentam estão no modo expositivo.

     Pela resolução das atividades e pelo planejamento de uma atividade de leitura, interpretação e de produção, visando à analise, caracterização e classificação dos gêneros textuais em estudo, podemos observar bons resultados concernentes ao aprendizado do conteúdo. Por falta de tempo, esse trabalho foi apresentado no encontro seguinte.


Sessão Presencial Coletiva


 "Construindo conhecimento 
para uma nova prática de ensino".


Sessão Presencial Coletiva


No primeiro momento acolhimento dos professores com a dinâmica “do abraço”, com a finalidade de desenvolver afinidade no grupo.

Na primeira parte está reservada para comentários, sugestões a respeito dos assuntos focalizados na unidade anterior.


Relato de Experiências

Aplicação do Avançado na prática pedagógica e relato da aplicação em sala de aula. Como se deu a experiência do professor cursista na transposição didática.

Unidade 10

Trabalhando com gêneros textuais

Após termos observado a variedade de gêneros textuais que nos rodeia, vamos analisar as diferentes maneiras em que são frequentemente organizados as estruturas dos textos para que sejam considerados pertencentes a gêneros diferentes. Vamos agora prosseguir na reflexão sobre as estratégias textuais que permitam distinguir um gênero de outro.

Objetivos a serem alcançados

01 Distinguir as características de gênero literário e de gênero não-literario;
02 Caracterizar gênero poético, de acordo com a função estética da linguagem;
02 Caracterizar uma das formas de realização do gênero poético: a ordem.

Trabalhamos como fio condutor desta unidade dos textos, resolução das atividades de 1 a 10, reflexão sobre os conceitos fundamentais dos ícones:
“Importante”, “Recordando”, Indo à sala de aula em que podemos concluir.

A função poética está sempre associada apo uso das palavras. É necessário que ela seja trabalhada num processo de seleção e explorada em sua expressividade, tanto no plano do som quanto no das idéias.
Trabalhamos, no texto “José” a rima, a métrica, jogo de sílabas tônicas, fonemas vocálicos e consonantais e a pontuação, elementos que desempenham importante papel na obtenção do ritmo poético.

Um aspecto que podemos observar no “Lavadeiras de Mocoro” que o uso da linguagem poética pode também apresentar a forma de prosa. As finalidade do gênero literário são estéticas ou seja, a leitura de um texto literário desperta emoção, prazer.

No trabalho pedagógico com textos, provoque sempre em seus alunos alguma forma de reflexão sobre modos de organização do texto, sobre o nível de formalidade lingüística e sobre as finalidade de usos dos textos, assim o conhecimento que todo falante tem sobre gênero se torna consciente.
Mesmo tendo a mesma temática, o trabalho – o texto não literário que é realizado pelo gênero texto cientifico “(Atividade industrial e espaço geográfico José William Vesentini), o objetivo desse texto é claramente utilitários, visa informar o leitor / ouvinte sobre um conhecimento considerado científico.

Caracterizar a forma de realização do gênero poético, o cordel é dizer que é um gênero textual que apresentar algumas semelhanças e algumas diferenças com os poemas já estudados. No texto: “Satanás trabalhando no roçado de São Pedro” (José Costa Leite) e outros livretos de cordel lidos na oficina, podemos observar algumas características peculiares desse gênero: os versos (sextilhas, as silabas, as rimas, tradicionalmente conta uma historia , mantém um vinculo estreito com a oralidade. As fontes da literatura de cordel são muito variadas. Podem buscar inspiração no folclore, na religião, nos fatos marcantes da comunidade ou na imaginação do poeta. Poesia e Cordel, receita, biografia e verbete de um dicionário.



“Resumindo” – Conceituação Teórica

Sintetizamos que:

Os textos considerados literários põem, em relevo ao plano da expressão, da sonoridade, do jogo de imagens.

Em geral os textos não-literarios são funcionais ou utilitários, tem como finalidade maior a informação.

Podemos considerar que os gêneros dividem-se em dois grandes grupos: Os literários e os não-literarios. Entre os literários esta o gênero poético, composto por poemas.

A subclassificação de cordel: forma em verso, finalidade de aconselhamento, marcas de oralidade, temas do cotidiano, publico original muitas vezes analfabetos, representa uma transição entre a cultura popular e literário. Confirmo a caracterização do gênero como produto histórico, (deste a Idade Média), ligado as condições de sua produção e á situação sóciocomunitativa.

TP - 3 Gêneros e tipos textuais

14/03/2009
28/03/2009

Sessão Presencial Coletiva



    No primeiro momento, o acolhimento dos professores com a leitura do texto "ECO DA VIDA". Formamos a seguir, um painel do que é o ECO DO GESTAR par anós educadores. Cada um escreveu o seu "ECO" e formou o painel. Foi bastante interessante e incentivador.


TP - 3 - Unidade 9



Gêneros textuais: do intuitivo ao sistematizado.
Conteúdo: Diferenças e semelhanças na organização dos textos utilizados em diversos contextos. Gêneros textuais e competência sócio-comunicativa. Classificação dos gêneros textuais.

     Tema motivador do TP-3 é o Trabalho. "Na historia da humanidade, o trabalho tem representado um dos principais referenciaisdo modo de vida e da constituição de valores sociais e pessoais dos membros de uma comunidade". Nessa perspectiva a linguagem é um dos nossos mais relevantes trabalhos.

Objetivos dessa Unidade:

01 - Identificar as diferenças e semelhanças na organização dos textos utilizados em diversos contextos de uso linguistico;
02 - Relacionar gênero textuais e competências sócio-comunicativas;
03 - Identificar caracaterísticas que levam à classifiação de um gênero textual.

Ensino de Gêneros Textuais na escola.


    Nessa primeira sessão de formação continuada para professores da Rede Municipal de Ensino, começamos a trabalhar o TP -3 - Gêneros e Tipos Textuais, dando ênfase aos conceitos teóricos, as leituras e compreensão, a produção textual como práticas que envolvem a transposição didática do professor em sala de aula. Com o acompanhamento do AAA3 - Atividade de Apoio à aprendizagem um união teoria e prática.

    Nessa perspectiva, destacamos o papel da linguagem por ser um dos mais relavantes trabalho. A linguagem existe a serviço da comun icação e possui funções de mediação nas práticas sociais. Trabalhar a linguagem em situação de ensino não é ensinar as palavras, mas seus significados culturais e sociais. Por este aspectos, podemos afirmnar que o grande objetivo do ensino da língua é desenvolver a competência sociocomunicativa por meio das diferenças e semelhanças entre os gêneros para identificar as caracterisiticas que nos levem a classificar um gênero textual como tal.

O Texto
    O conceito de texto é a base do ensino e aprendizagem de Língua Portuguesa, quando se entende que a principal função do texto é a interlocução, a abordagem textual deve reconhecer as diversidades existentes entre os tipos de texto, as características que os formam e o contexto em que eles são usados.

    Afirma Rojo e Cordeiro(2004. p. 10) : "as práticas escolares brasileiras tendem a forma leitores, com apenas capacidade mais básicas de leitura, ligadas à extração simples de informação de texto relativamente simples". Segundo Brandão (2001. p.18), o reconhecimento disso tem levado os resultados da linguagem à busca de um classificação dos diferentes tipos de discursos.

Classificação Textual
   O trabalho com texto em sala de aula ganhou novas dimensões no momento em que os PCNs de Língua Portuguesa evidenciaram sua importância com a proposta de leitura e produção de textos. Trabalhar os gêneros discursivos textuais tornou-se uma necessidade. Apresntar e trabalhar os tipos e os gêneros textuais que fazem parte do cotidinao dos alunos é papel do professor, apartir das séries iniciais do Ensino Fundamental.

    De acordo com Marcuschi(2002. p.25), "em todos os gênros também se estar realizando tipos textuais, podendo ocorrer que o mesmo gênero realize dois ou mais tipos. Assim um texto é em geral tipologicamente variado(heterogêneo)".

Na sala de aula : os gêneros e o ensino

    A nossa proposta de trabalhar com os gêneros textuais tem sido cumprida a partir do primeiro planajemanto de ensino(mensal) para toda a rede da zona urbana e rural. Estudamos as seções desta unidade e aplicamos oficinas. Concomitantemente, aplicamos em sala de aula por meio dos textos que chegam às escolas, com destaque para o desenvolvimento das habilidade de leitura, produção textual e reflexão sobre a língua.

    O conhecimento dessa modalidade da língua era pouco conhecida por parte do professor que sempre usava o livro didático em sua sequência. Houve bastante trabalho de estudo e de orientação, no sentido de promover a nova metodologia, mas foi positivo, pois os resultados são claros e satisfatórios, tanto na motivação quanto na construção do conhecimento para uma nova prática de ensino.

    Na Seção 1 definida pelos objetivos propostos anteriormente apartir de estudo cooperativo, podemos compreender como falantes de uma língua reconhecem e usam maneiras diferentes de organizar a fala cada vez usa em situaçãoes diferentes. Trata-se do desenvolvimento das competências sóciocomunicativa que adquirimos enquanto aprendemos a falar e escrever e devem ser aprimoradas na escola.

    Na Seção 2, podemos identificar os diversos gênros textuais se relacionam com a situação de produção, como aprendemos a reconhecê-los desenvolvendo a nossa competência comunicativa.

    Na Seção 3, reconhecemos as diferenças e semelhanças entre os gêneros para identificar as caracteristicas que nos levam a classificar o gênero textual.

    Nosso estudo desenvolveu-se por meio da leitura e análise dos textos das referidas seções com ênfase nos ícones: o "Importante", o "Indo a sala de aula" e o "Resumindo"

Oficinas
Textos trabalhados:
* Classificação dos gêneros - Biografua - Díario - Receita - Propaganda - Anúncio Publicitário - Verbete de Dicionário e Fábulias.
* Classificação expositiva das características dos respectivos textos

   Ao término, às 12:00, convidamos os professores curistas para o próximo, resultando suas responsabilidades nos estudos do caderno, bem aplicação da lição de casa - o "Avançando na Prática" que será discutido no próximo encontro.

Resultados obtidos
     O trabalho realizando foi positivo. Os aspectos motivacionais foram proveitosos à medida em que todos ficaram curioso sobre a abordagem dos textos levados a classificação dos gêneros. Embora tenha provocado entre muitos bastante dificuldades por ser uma abordagem textual nova para eles, houve muito empenho no estudo por parte de todos.

    O que levou-me a trabalhar as unidades ímpares foram as dificuldades e as dúvidas que presenciei no estudo da primeira unidade par. Avaliei que estas dificuldades seriam transportas para a sala de aula, daí resolvi trabalhar as unidades ímpares e pares pensando no melhor retorno à sala de aula.

18/04/2009
25/04/2009

Sessão Presencial Coletiva

    No primeiro momento acolhimento dos professores com a dinâmica “do abraço”, com a finalidade de desenvolver afinidade no grupo.

    Na primeira parte está reservada para comentários, sugestões a respeito dos assuntos focalizados na unidade anterior.


Relato de Experiências

    Aplicação do Avançado na prática pedagógica e relato da aplicação em sala de aula. Como se deu a experiência do professor cursista na transposição didática.

Unidade 10 - TP3


Trabalhando com gêneros textuais

    Após termos observado a variedade de gêneros textuais que nos rodeia, vamos analisamos as diferentes maneiras em que são frequentemente organizados as estruturas dos textos para que sejam considerados pertencentes a gêneros diferentes. Vamos agora prosseguir na reflexão sobre as estratégias textuais que permitam distinguir um gênero de outro.

Objetivos a serem alcançados

01 Distinguir as características de gênero literário e de gênero não-literario;
02 Caracterizar gênero poético, de acordo com a função estética da linguagem;
02 Caracterizar uma das formas de realização do gênero poético: a ordem.

    Trabalhamos como fio condutor desta unidade dos textos, resolução das atividades de 1 a 10, reflexão sobre os conceitos fundamentais dos ícones:
“Importante”, “Recordando”, Indo à sala de aula em que podemos concluir.

    A função poética está sempre associada apo uso das palavras. É necessário que ela seja trabalhada num processo de seleção e explorada em sua expressividade, tanto no plano do som quanto no das idéias.
Trabalhamos, no texto “José” a rima, a métrica, jogo de sílabas tônicas, fonemas vocálicos e consonantais e a pontuação, elementos que desempenham importante papel na obtenção do ritmo poético.

    Um aspecto que podemos observar no “Lavadeiras de Mocoro” que o uso da linguagem poética pode também apresentar a forma de prosa. As finalidade do gênero literário são estéticas ou seja, a leitura de um texto literário desperta emoção, prazer.

    O trabalho pedagógico com textos, provoque sempre nos cursistas, alguma forma de reflexão sobre modos de organização do texto, sobre o nível de formalidade lingüística e sobre as finalidade de usos dos textos, assim o conhecimento que todo falante tem sobre gênero se torna consciente.

     Podemos compreender que,  tendo a mesma temática, o trabalho – o texto não literário que é realizado pelo gênero texto cientifico “(Atividade industrial e espaço geográfico José William Vesentini), o objetivo desse texto é claramente utilitários, visa informar o leitor / ouvinte sobre um conhecimento considerado científico.

    Podemos caracterizar que a  forma de realização do gênero poético, o cordel é dizer que é um gênero textual que apresentar algumas semelhanças e algumas diferenças com os poemas já estudados. No texto: “Satanás trabalhando no roçado de São Pedro” (José Costa Leite) e outros livretos de cordel lidos na oficina, podemos observar algumas características peculiares desse gênero: os versos (sextilhas, as silabas, as rimas, tradicionalmente conta uma história e mantém um vínculo estreito com a oralidade. As fontes da literatura de cordel são muito variadas. Podem buscar inspiração no folclore, na religião, nos fatos marcantes da comunidade ou na imaginação do poeta.

















    "Para conseguir encantar seus leitores, transmitir suas idéias, experiências e emoções de forma original, o poeta usa a linguagem de maneira da que usamos habitualmente. O ofício do poeta é mostrar ao leitor um olhar novo para brincar, emocionar, divertir, convercer, fazer pensar o mundo de um jeito novo".
(Olimpiadas de Língua Portuguesa - Escrevendo o Futuro)

 Oficina
    Nesta oficina trabalhamos com a produção gênero poético e o cordel.
* Os grupos sugeriram as temáticas, produziram os textos.
* Mencionaram as características da composição e fizeram apresentação para o grupão.

Das demais apresentadas, a produção "Cordel Escola Veja Só!",  do professor Francisco Alves teve destaque especial.  



Cordel Escola Veja Só!


I Escola é sempre o lugar
De se aprender e continuar
Vivendo, revivendo e aprendendo.
Para os outros repassar
E não sendo conivente
Com o fracasso escolar


II Falamos hoje de escola
E vamos sempre falar
Porque escola não só
Pra gente passar e repassar
Conteúdos e mais conteúdos
Porque alguém pode não gostar


III Não gostando não se aprende
E não aprendendo não dar
Pra conseguir na vida
Uma profissão, um lugar
Fazendo com isso sua vida
Um belo sentido ganhar


IV Nossas casas é um escola
Lugar que gente faz história
Se entende, se aprende
Até no campo de bola
Quem se omite e diz,
Que o mundo não é uma escola?


V O mundo sendo uma escola
A gente de tudo um pouco descola
Até na pra, uma arte decola
Garotos e garotas aos poucos se envolvem
Com gírias, sem gírias, não importa
Cantam e encantam com samba, hip-hop


Autor: Prof. Francisco de O Alves. Gestar II
 

“Resumindo” – Conceituação Teórica

Concluindo a sessão, sistematizamos que:

* Os textos considerados literários põem, em relevo ao plano da expressão, da sonoridade, do jogo de imagens.

Em geral os textos não-literarios são funcionais ou utilitários, tem como finalidade maior a informação.

Podemos considerar que os gêneros dividem-se em dois grandes grupos: Os literários e os não-literarios. Entre os literários esta o gênero poético, composto por poemas.

A subclassificação de cordel: forma em verso, finalidade de aconselhamento, marcas de oralidade, temas do cotidiano, publico original muitas vezes analfabetos, representa uma transição entre a cultura popular e literário. Confirmo a caracterização do gênero como produto histórico, (deste a Idade Média), ligado as condições de sua produção e á situação sóciocomunitativa.

Convidamos os professores cursistas para o próximo encontro enfatizando que:

"O trabalho com a poesia pode ser muito devertido e agradável. Desde, é claro que o professor goste de poesia" ( Professora Maria Lajolo - Unicamp)